25 Razões porque sou Dizimista

01 – SOU DIZIMISTA, porque o Dízimo é Santo. Lev. 27.30:32
02 – SOU DIZIMISTA, porque quero ser participante das grandes …

01 – SOU DIZIMISTA, porque o Dízimo é Santo. Lev. 27.30:32
02 – SOU DIZIMISTA, porque quero ser participante das grandes bençãos. Mal. 3.10:12
03 – SOU DIZIMISTA, porque amo a obra de Deus, na face da Terra.Mal. 3.10
04 – SOU DIZIMISTA, porque senão ficarei com dividas a Deus. Lev. 27.13:31
05 – SOU DIZIMISTA, porque Deus é dono de tudo. Salmo 24.1
06 – SOU DIZIMISTA, porque eu mesmo vou goza-lo na casa de Deus. Deut. 14.22:23
07 – SOU DIZIMISTA, porque mais bem aventurado é dar do que receber. Atos 20.35
08 – SOU DIZIMISTA, porque Deus ama que dá com alegria. II Cor. 9.7
09 – SOU DIZIMISTA, porque tudo vem das mãos de Deus  29.14
10 – SOU DIZIMISTA, porque não sou avarento. I Tim. 6.10
11 – SOU DIZIMISTA, porque meu rico tesouro está no céu. Mat. 6.19:21
12 – SOU DIZIMISTA, porque tudo que peço recebo. Mat. 7.7:9
13 – SOU DIZIMISTA, porque obedeço às leis de Deus. Atos 5.29
14 – SOU DIZIMISTA, porque as bênçãos de é que enriquece. Prov. 10.22
15 – SOU DIZIMISTA, porque para cada lei Deus promete recompensa. Salmo 19.7
16 – SOU DIZIMISTA, porque receberei de Deus com a mesma medida. Lucas 6.38
17 – SOU DIZIMISTA, porque os pensamentos de Deus são mais altos. Isa. 55.9
18 – SOU DIZIMISTA, porque Deus me escolheu e me nomeou. João 15.15
19 – SOU DIZIMISTA, porque Deus disse: Fazei prova de Mim. Mal. 3.10
20 – SOU DIZIMISTA, porque minha descendência não vai mendigar o pão. Salmo 37.25
21 – SOU DIZIMISTA, porque meu salário não será posto em saco furado. Ageu 1.6
22 – SOU DIZIMISTA, porque é minha responsabilidade o sustento da igreja. Mal. 3.8
23 – SOU DIZIMISTA, porque quero ter a consciência tranquila. I Tim. 1.19
24 – SOU DIZIMISTA, porque tudo o que o homem plantar, isso ceifará. Gálatas 5.7
25- SOU DIZIMISTA, porque Deus supre todas as minhas necessidades. Filipenses 4.9

Acusação reflete o sentimento

Tornou-se comum evangélicos acusarem de falta de amor outros evangélicos que tomam posicionamentos firmes em questões éticas, doutrinárias e práticas. A discussão, o confronto e a exposição das posições de outros são consideradas como falta de amor…

Tornou-se comum evangélicos acusarem de falta de amor outros evangélicos que tomam posicionamentos firmes em questões éticas, doutrinárias e práticas. A discussão, o confronto e a exposição das posições de outros são consideradas como falta de amor.

Essa acusação reflete o sentimento pluralista e relativista que permeia a mentalidade evangélica de hoje e que considera todo confronto teológico como ofensivo. Nossa época perdeu a virilidade teológica. Vivemos dias de frouxidão, onde proliferam os que tremem em frêmito diante de uma peleja teológica de maior monta, e saem gritando histéricos, “linchamento, linchamento”!

Pergunto-me se a Reforma protestante teria acontecido se Lutero e os demais companheiros pensassem dessa forma.

É possível que no calor de uma argumentação, durante um debate, saiam palavras ou frases que poderiam ter sido ditas ou escritas de uma outra forma. Aprendi com meu mentor espiritual, Pr. Francisco Leonardo Schalkwijk, que a sabedoria reside em conhecer “o tempo e o modo” de dizer as coisas (Eclesiastes 8.5). Todos nós já experimentamos a frustração de descobrir que nem sempre conseguimos dizer as coisas da melhor maneira.

Todavia, não posso aceitar que seja falta de amor confrontar irmãos que entendemos não estarem andando na verdade, assim como Paulo confrontou Pedro, quando este deixou de andar de acordo com a verdade do Evangelho (Gálatas 2:11). Muitos vão dizer que essa atitude é arrogante e que ninguém é dono da verdade. Outros, contudo, entenderão que faz parte do chamamento bíblico examinar todas as coisas, reter o que é bom e rejeitar o que for falso, errado e injusto.

Considerar como falta de amor o discordar dos erros de alguém é desconhecer a natureza do amor bíblico. Amor e verdade andam juntos. Oséias reclamou que não havia nem amor nem verdade nos habitantes da terra em sua época (Oséias 4.1). Paulo pediu que os efésios seguissem a verdade em amor (Efésios 4.15) e aos tessalonicenses denunciou os que não recebiam o amor da verdade para serem salvos (2Tessalonicenses 2.10). Pedro afirma que a obediência à verdade purifica a alma e leva ao amor não fingido (1Pedro 1.22). João deseja que a verdade e o amor do Pai estejam com seus leitores (2João 3). Querer que a verdade predomine e lutar por isso não pode ser confundido com falta de amor para com os que ensinam o erro.

Apelar para o amor sempre encontra eco no coração dos evangélicos, mas falar de amor não é garantia de espiritualidade e de verdade. Tem quem se gabe de amar e que não leva uma vida reta diante de Deus. O profeta Ezequiel enfrentou um grupo desses. “… com a boca, professam muito amor, mas o coração só ambiciona lucro” (Ezequiel 33.31). O que ocorre é que às vezes a ênfase ao amor é simplesmente uma capa para acobertar uma conduta imoral ou irregular diante de Deus. Paulo criticou isso nos crentes de Corinto, que se gabavam de ser uma igreja espiritual, amorosa, ao mesmo tempo em que toleravam imoralidades em seu meio. “… contudo, andais vós ensoberbecidos e não chegastes a lamentar, para que fosse tirado do vosso meio quem tamanho ultraje praticou? Não é boa a vossa jactância…” (1Co 5.2,6). Tratava-se de um jovem “incluído” que dormia com sua madrasta. O discurso das igrejas que hoje toleram todo tipo de conduta irregular em seus membros é exatamente esse, de que são igrejas amorosas, que não condenam nem excluem ninguém.

Ninguém na Bíblia falou mais de amor do que o apóstolo João, conhecido por esse motivo como o “apóstolo do amor” (a figura ao lado é uma representação antiquíssima de João) Ele disse que amava os crentes “na verdade” (2João 1; 3João 1), isto é, porque eles andavam na verdade. “Verdade” nas cartas de João tem um componente teológico e doutrinário. É o Evangelho em sua plenitude. João ama seus leitores porque eles, junto com o apóstolo, conhecem a verdade e andam nela. A verdade é a base do verdadeiro amor cristão. Nós amamos os irmãos porque professamos a mesma verdade sobre Deus e Cristo. Todavia, eis o que o apóstolo do amor proferiu contra mestres e líderes evangélicos que haviam se desviado do caminho da verdade:

– “Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos” (1Jo 2.19).

– “Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o Filho” (1Jo 2.22).

– “Aquele que pratica o pecado procede do diabo” (1Jo 3.8).

– “Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo” (1Jo 3.10).

– “todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo” (1Jo 4.3).

– “… muitos enganadores têm saído pelo mundo fora, os quais não confessam Jesus Cristo vindo em carne; assim é o enganador e o anticristo… Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus… Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más” (2Jo 7-1).

Poderíamos acusar João de falta de amor pela firmeza com que ele resiste ao erro teológico?
O amor que é cobrado pelos evangélicos sentimentalistas acaba se tornando a postura de quem não tem convicções. O amor bíblico disciplina, corrige, repreende, diz a verdade. E quando se vê diante do erro seguido de arrependimento e da contrição, perdoa, esquece, tolera, suporta. O Senhor Jesus, ao perdoar a mulher adúltera, acrescentou “vai e não peques mais”. O amor perdoa, mas cobra retidão. O Senhor pediu ao Pai que perdoasse seus algozes, que não sabiam o que faziam; todavia, durante a semana que antecedeu seu martírio não deixou de censurá-los, chamando-os de hipócritas, raça de víboras e filhos do inferno. Essa separação entre amor e verdade feita por alguns evangélicos torna o amor num mero sentimentalismo vazio.

O amor, segundo Paulo, “é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (1Coríntios 13.4-7). Percebe-se que Paulo não está falando de um sentimento geral de inclusão e tolerância, mas de uma atitude decisiva em favor da verdade, do bem e da retidão. Não é de admirar que o autor desse “hino ao amor” pronunciou um anátema aos que pregam outro Evangelho (Gálatas 1). Destaco da descrição de Paulo a frase “O amor regozija-se com a verdade” (1Coríntios 13.6b). A idéia de “aprovar” está presente na frase. O amor aprova alegremente a verdade. Ele se regozija quando a verdade de Deus triunfa, quando Cristo está sendo glorificado e a igreja edificada.

Portanto, o amor cobrado pelos que se ofendem com a defesa da fé, a exposição do erro e o confronto da inverdade não é o amor bíblico. Falta de amor para com as pessoas seria deixar que elas continuassem a ser enganadas sem ao menos tentar mostrar o outro lado da questão.

Fé na Pessoa do Senhor Jesus

O próprio Deus criou a família para ser a célula de transmissão e preservação da vida…

1º NÚCLEO DA CIVILIZAÇÃO

O próprio Deus criou a família para ser a célula de transmissão e preservação da vida. E para fixar a verdade deste conceito, ensina por figura ao próprio homem, através das famílias de todos os animais, sem as quais suas crias não poderiam sobreviver pelo tempo necessário de provisão e aprendizado junto a seus pais.

Nós lemos em Gênesis 2.24: “Por isso o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles serão uma só carne”.

Nosso Senhor Jesus Cristo citou este versículo em Mateus 19:5 para enfatizar o propósito original de Deus com a instituição do casamento.

Não é portanto à escola, às demais instituições governamentais que compete garantir, em primeira mão, o equilíbrio da vida em sociedade, orientado para uma forma justa e respeitosa, senão aos pais, e isto dentro do casamento, no qual, estes devem estar ocupados em transmitir a seus filhos o modo de vida ordenado por Deus.

Mas ao examinar o quadro da sociedade atual, sou levado a concordar com as seguintes palavras:

“Ao longo dos últimas gerações, temos visto esse processo destrutivo ocorrendo diante de nossos olhos. Parece que a sociedade secular contemporânea declarou guerra contra a família. O sexo casual é esperado. O divórcio é uma epidemia. O próprio casamento está em declínio, bem como multidões de homens e mulheres decidiram que é preferível viver juntos, sem fazer um pacto ou constituir formalmente uma família. O aborto é uma praga mundial. A delinquência juvenil é galopante, e muitos pais têm deliberadamente abandonado suas funções de autoridade na família. Por outro lado, o abuso de crianças em muitas formas está aumentando. Filosofias modernas e pós-modernas têm atacado os papéis tradicionais de homens e mulheres dentro da família. Grupos de interesse especiais e até mesmo agências governamentais parecem inclinados à dissolução da família tradicional, defendendo a normalização da homossexualidade, uniões do mesmo sexo, e (em algumas culturas hoje em dia) programas de esterilização. O divórcio tem sido facilitado, a legislação tributária penaliza o casamento, e o governo premia o parto fora do casamento. Todas essas tendências (e muitas mais do que elas) são ataques diretos sobre a santidade da família.

Nestes dias, sempre que as famílias são retratadas em filmes, dramas de televisão, ou sitcoms, elas são quase sempre caricaturadas como sendo grosseiramente disfuncionais…

Hollywood tem definido um novo sentido amplo para a palavra família. Enquanto isso, as famílias nucleares tradicionais, com, um pai forte e confiável e uma mãe cujas prioridades estão no lar, têm sido banidas da cultura popular, e para sentirem como se fossem uma caricatura.

Embora muitos líderes cristãos venham expressando apaixonadamente preocupações sobre a dissolução da família há décadas, as coisas têm ficado cada vez piores, não melhorando, na sociedade em geral. Comentaristas sociais seculares ultimamente começaram a declarar que a família nuclear tradicional já não é a mesma na realidade. Um artigo publicado há pouco tempo pela revista on-line Salon, disse o seguinte: “A família americana” ideal “- um pai e uma mãe, ligados um ao outro pelo casamento legal, criando os filhos ligados a eles biologicamente – é uma relíquia ultrapassada, um símbolo nacional que ainda tem que ser excluído como esfarrapado e pouco realista.”

A família nuclear simplesmente não vai funcionar na sociedade do século 21, de acordo com muitos desses auto-intitulados “especialistas”.

Sei que essas vozes estão erradas, porque tenho testemunhado milhares de pais em nossa igreja que têm colocado em prática o que a Bíblia ensina sobre a família, e eles e suas famílias têm sido muito abençoado por isso.

Enquanto a sociedade continua a sua busca louca para eliminar a família, assim como toda a nossa cultura o manifesta cada vez mais, torna-se mais importante do que nunca para os cristãos que compreendam o que a Bíblia ensina sobre a família, e colocá-lo em prática em nossos lares. Pode muito bem ser que o exemplo que dermos diante do mundo através de lares fortes e famílias saudáveis irá, a longo prazo ser uma das provas mais poderosas, atraentes e vivas de que quando a Bíblia fala, ela fala com a autoridade de Deus, que nos criou – e cujo projeto para a família é perfeito.”

É fácil entender, à luz deste diagnóstico, porque há esta falta de respeito à vida e de uma sadia moralidade em nossos dias.

Fala-se muito em aumentar o rigor da lei para punir os crimes, em aumentar as verbas para a educação secular, como se fosse possível atingir por meio disso e de outras medidas similares, uma vida justa e pacífica em sociedade.

Basta ver o que é promovido pela mídia, especialmente a televisiva, quer em novelas, filmes, comerciais, programas populares, etc. O que é enfocado? Qual é o modelo de vida proposto? O que exaltado? Sexo ilícito, ganância, consumismo, violência, vilania premiada, etc.

E há o paradoxo dessa mesma mídia em repudiar o aumento da violência em nossos dias. Afinal, quem é que mais a promove? Não é ela própria?

Assim, a cada dia que passa, vai se tornando mais difícil para os pais cristãos manterem para si mesmos e para seus filhos um padrão bíblico de vida, uma vez que são assaltados por todos os lados por essa cultura social de valores morais distorcidos.

Graças a Deus que nos tem ajudado a discernir o mal e a escolher o que é bom, e mais do que isso, nos capacitado para viver na prática da justiça do evangelho, pelo poder operante da Sua graça em nós, enquanto permanecermos ainda nesta Sodoma e Gomorra mundial, em nossa caminhada para aquela pátria melhor na qual habitam a justiça, o amor e a paz para sempre.

2º Fé na Pessoa do Senhor Jesus

Há uma lamentável tendência entre as pessoas de deixarem o próprio Cristo fora do evangelho. Eles provavelmente devem deixar a farinha fora do pão. Os homens ouvem o caminho da salvação explicado, e consentem com ele como sendo originado nas Escrituras, e de todas as formas condiz com o caso deles; mas se esquecem que um plano não tem utilidade se não for levado a termo; é isso, em questão de salvação, sua própria fé pessoal no Senhor Jesus é essencial. Uma rua para York não me levará lá, eu devo, eu mesmo, andar por ela. Toda doutrina santa que foi crida nunca salvará um homem a não ser que ele ponha sua confiança no Senhor Jesus por si mesmo.

O Sr. MacDonald perguntou aos habitantes da ilha de St. Kilda como um homem poderia ser salvo. Um ancião respondeu, “Seremos salvos se nos arrependermos, e odiarmos nossos pecados, e nos voltarmos para Deus”. “Sim”, disse uma mulher de meia idade, “e com um coração verdadeiro também”. “Ah”, disse um terceiro, “e com oração”; e, adicionou um , “deve ser a oração do coração”. “E devemos ser diligentes também”, disse um quinto, “em guardar os mandamentos”. Assim, cada um tendo contribuído com sua parte, sentindo que um credo bem decente tinha se formado – eles estavam buscando e esperando ouvir a aprovação do pregador – mas eles lhe suscitaram a maior pena: ele tinha de começar do começo, e pregar a Cristo para eles.

A mente carnal sempre busca para si mesma um caminho pelo qual pode trabalhar e se tornar grande; mas o caminho do Senhor é o oposto. O Senhor Jesus o apresenta de forma sucinta emMarcos 16:16: “Quem crer e for batizado será salvo”. Crer e ser batizado não são assunto de mérito ou de receber glória; eles são tão simples que o orgulho é excluído, e a graça gratuita segura o troféu. Esse caminho de salvação foi escolhido para mostrar ser por graça somente.

Pode ser que o leitor não seja salvo: qual a razão? Você pensa ser duvidoso o caminho da salvação que citamos? Você teme não ser salvo se você o seguir? Como pode ser isso, se Deus jurou pela sua própria Palavra para sua certeza? Como pode falhar aquilo que Deus prescreve, de acordo com o que Ele promete? Você acha fácil demais? Por que, então, você não o atende? Sua facilidade deixa os que a negligenciam sem desculpa. Se você tivesse que fazer algo grande, não seria tão tolo a ponto de negligenciar as pequenas coisas. Crer é confiar, ou colocar sobre Cristo Jesus; em outras palavras, deixar de lado a confiança em si mesmo, e confiar no Senhor Jesus.

Ser batizado é se submeter à ordenança que nosso Senhor cumpriu no Jordão, à qual os convertidos se submeteram no Pentecostes, à qual o carcereiro ofereceu obediência na mesma noite da sua conversão. É a confissão externa que sempre deve acompanhar a fé interna. O símbolo exterior não salva; mas coloca diante de nós a nossa morte, enterro e ressurreição com Jesus, e como a ceia do Senhor, não deve ser negligenciado.

O grande ponto é crer em Jesus, e confessar sua fé. Você crê em Jesus? Então, querido amigo, mande embora seus medos; você será salvo. Você ainda é um incrédulo? Então se lembre, só há uma porta, e se você não entrar por ela, você perecerá em seus pecados. A porta está lá; mas a menos que você entre por ela, que uso ela tem pra você? É necessário que você obedeça ao mandamento do evangelho. Nada pode salvá-lo se você não ouvir a voz de Jesus, e obedecer Seu convite de fato e de verdade. Pensar e se propor não responderão ao propósito; você tem que fazer a coisa real; pois somente se você acreditar você realmente viverá para Deus.

Eu ouvi de um amigo que desejava profundamente levar à conversão um jovem, e alguém disse para ele, “Você pode ir até ele, e falar com ele, mas não lhe fará ir além; pois ele está muito familiarizado com o plano da salvação”. Era eminentemente o caso; e assim, quando nosso amigo começou a falar com o jovem, ele recebeu como resposta, “Eu lhe agradeço muito, mas eu não sei o que você pode me ensinar a mais, pois há muito tempo que eu sei e admiro o plano da salvação pelo sacrifício substitutivo de Cristo”. Erro! Ele estava descansando no plano, mas não havia crido na Pessoa. O plano da salvação é muito abençoado, mas de nada nos vale até que nós pessoalmente creiamos no próprio Senhor Jesus Cristo.

Qual é o conforto de uma planta de uma casa se você não entrar por si mesmo nela? O homem na figura, que está sentado na chuva, não está recebendo muito conforto das plantas que estão diante dele. Que bem há no plano de um vestido se você não tem sequer um trapo com que se vestir? Você nunca ouviu do chefe árabe do Cairo, que estava muito doente, e foi ao missionário, e o missionário lhe disse que poderia lhe dar uma receita? Ele o fez; e uma semana depois ele achou o árabe nada melhor. “Você tomou minha prescrição?”, ele perguntou. “Sim, eu comi cada pedaço do papel”. Ele achava que seria curado por devorar a escritura do médico, que devo chamar de o plano da medicina. Ele deveria ter obedecido à prescrição, e então isso lhe teria feito bem, se ele tivesse tomado a drágea: engolir a receita não poderia jamais ter-lhe feito bem.

É assim também com a salvação: não é o plano da salvação que pode salvar, é o levar a termo aquele plano da salvação pelo qual o Senhor Jesus morre por nós, e nós o aceitamos. Debaixo da Lei dos judeus, o ofertante trazia um novilho, e punha suas mãos sobre ele: não era imaginação, teoria ou plano. Na vítima do sacrifício ele achava algo substancial, que ele podia carregar e tocar: assim também confiamos no real e verdadeiro trabalho de Jesus, a coisa mais substancial debaixo dos céus.

Nós vamos ao Senhor Jesus pela fé, e dizemos, “Deus providenciou um sacrifício aqui, e eu o aceito. Eu acredito no fato completado na cruz; eu estou confiante que o pecado foi descartado por Cristo, e eu descanso n‟Ele”. Se você deverá ser salvo, você deve ir além da aceitação de planos e doutrinas para um descanso na pessoa divina e na obra completa do Senhor Jesus Cristo. Querido leitor, você terá a Cristo agora?

Jesus convida todos os cansados e sobrecarregados a virem a Ele, e Ele lhes dará descanso. Ele não faz tal promessa para que eles meramente pensem sobre Ele. Eles devem VIR; e devem vir a ELE, e não meramente à igreja, ao batismo, ou à fé ortodoxa, ou a qualquer coisa menos que Sua pessoa divina. Quando a serpente de bronze foi levantada no deserto, as pessoas não deviam olhar para Moisés, nem para o tabernáculo, nem para a coluna de nuvem, mas para a própria serpente de bronze.

Olhar não era o suficiente até que olhassem para a coisa certa: e a coisa certa não era o suficiente até que eles olhassem. Não era suficiente que eles soubessem da serpente de bronze; cada um deles deveria olhar para ela por si mesmo. Quando um homem fica doente, ele pode ter um ótimo conhecimento de medicina, e ainda assim morrer se ele não tomar o remédio. Temos que receber Jesus; pois “todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem chamados filhos de Deus”. Deixe a ênfase em duas palavras: temos de receber Ele, e, temos de receber Ele. Temos de abrir totalmente a porta, e fazer a Cristo Jesus entrar; pois “Cristo em vós” é “a esperança da glória”. Cristo não pode ser um mito, um sonho, nem um fantasma para nós, mas um homem real e verdadeiramente Deus; e nosso recebê-lo não deve ser aceitação resignada e forçada; mas o consenso e aprovação feliz e de coração da alma na qual Ele deve ser tudo em tudo da nossa salvação. Não viremos de uma vez a Ele, e torná-lo nossa única confiança?

A pomba é caçada pelo falcão, e não acha segurança de seu inimigo incansável. Ela aprendeu, que há para ela um abrigo numa fissura de uma rocha, e voa para lá com voo agradável. Uma vez que esteja totalmente protegida em seu refúgio, não teme o predador. Mas se ela não se escondesse na rocha, seria dominada por seu adversário. A rocha seria inútil à pomba, se a pomba não entrasse em sua fissura. Todo o corpo deve estar escondido na rocha. Ainda que dez mil outros pássaros achassem lá um forte, este fato não salvaria a única pomba que é agora perseguida pelo falcão! Ela deve por a si mesma inteira dentro do abrigo, e se enterrar no refúgio, ou sua vida será ceifada e destruída.

Que figura de fé é esta! É entrando em Jesus, se escondendo nas Suas feridas. “Rocha das Eras, fenda pra mim, Deixe-me esconder-me em Ti”

A pomba está fora de visão: apenas a rocha se vê. Assim faz a alma culpada, pela fé, lançando-se para o lado ferido de Jesus, e é enterrada com Ele fora da visão da justiça vingativa. Mas há que se fazer uma aplicação pessoal a Jesus como abrigo; e isso é que, de tanto adiares dia a dia entrar nEle, é de temer que morrereis “nos vossos pecados”. Que triste palavra é esta! Foi isso que nosso Senhor falou para os judeus incrédulos; e Ele diz o mesmo para nós agora: “Se não credes que Eu Sou, morrereis nos vossos pecados”. Pensar que alguém irá ler estas linhas e ainda assim ser da miserável companhia que perecerá faz o coração de qualquer um palpitar. Que o Senhor o impeça por Sua grande graça! Eu ouvi, outro dia, uma notável figura, que usarei como uma ilustração do caminho da salvação pela fé em Jesus. Um ofensor cometeu um crime pelo qual ele deve morrer, mas isso foi há muito tempo, quando as igrejas eram consideradas santuários onde os criminosos podiam se esconder, e assim escapar da morte.

Veja o transgressor! Ele corre para a igreja, os guardas o perseguem com suas espadas em punho, exigindo o seu sangue! Eles o seguem até a porta da igreja. Ele apressa o passo, e justo quando eles estão para pegá-lo, e fazê-lo em pedaços na entrada da igreja, sai dali o Bispo, e segurando a cruz, ele diz, “para trás, para trás! Não manchem os arredores da casa de Deus com sangue! Para trás!” Os fortes soldados a uma respeitam o emblema, e se retiram, enquanto o pobre fugitivo se esconde atrás do manto do Bispo.. É assim também com cristo. O pecador culpado voa direto para Jesus; e por mais que a Justiça o persiga, Cristo levanta Suas mãos feridas, e clama à Justiça, “Para trás! Eu abrigo este pecador; no lugar secreto do meu tabernáculo eu o escondo; eu não o deixarei perecer, pois ele coloca sua confiança em mim”. Pecador, voe para Cristo! Mas você responde, “Eu sou muito vil”. Quanto mais vil você for, mais você O honrará ao crer que Ele pode proteger mesmo você. “Mas eu sou um pecador tão grande”. Então mais honra será dada a Ele se você tiver fé para confiar n‟Ele, apesar de ser um grande pecador. Se você estiver um pouco doente, e você disser ao seu médico – “Senhor, eu estou confiante em suas habilidades para curar”, não há grande elogio em sua declaração.

Qualquer um pode curar uma dor de dedo, ou uma febre insignificante. Mas se você está muito doente com uma complicação de doenças que duramente lhe atormentam, e você disser – “Senhor, eu não procuro nenhum médico melhor; não procurarei nenhum conselho que não o seu; Eu me confio alegremente a você”, que honra você lhe conferiu, que você pode confiar sua vida em suas mãos mesmo durante um perigo extremo e imediato! Faça o mesmo com Cristo; deixe sua alma a Seus cuidados: faça-o deliberadamente, e sem dúvidas. Ouse deixar todas as outras esperanças: arrisque tudo em Jesus; eu digo “arrisque”, mas não há nada realmente arriscado nisso, pois Ele é abundantemente capaz de salvar. Se entregue simplesmente a Jesus; não deixe que nada além da fé esteja em sua alma concernente a Jesus; creia nEle, e confie nEle, e você nunca será envergonhado de sua confiança; “Aquele que nEle crê não será envergonhado” (I Pe 2:6).

3º RESTAURAÇÃO DO CAÍDO

Um crente verdadeiro pode cair, mas não numa queda definitiva, que seja para a perda da vida eterna, que recebeu pela graça.

Se ele cair, Deus o levantará e o renovará outra vez, para arrependimento, porque não pode justificá-lo uma segunda vez. Isto é impossível, já que foi feito nova criatura em Cristo, quando creu, de uma vez para sempre.

O próprio Noé, campeão da justiça, depois que se embriagou, arrependeu-se certamente, e permaneceu salvo pela soberana graça.

Noé caiu, mas não numa queda final para a morte eterna, que ocorrerá somente com aqueles que não têm a Cristo, no dia do grande juízo de Deus.

Um crente pode se desviar, cair no pecado; e embora, isto seja ruim e maligno, ele poderá se reconciliar com Deus, porque sua salvação é eterna e segura, pelo poder de Deus. Como um pai zeloso, Ele vela pela segurança de seus filhos, e tudo faz para mantê-los saudáveis e em vida.

Seria uma coisa muito dura certamente, se um crente caísse e não pudesse se reconciliar com Deus.

Felizmente, o texto de Hb 6, não diz que é uma coisa muito dura, mas que é impossível; o que nós também dizemos.

Se um caso como é suposto, pudesse acontecer, seria impossível para o homem, bem como para Deus, porque Ele determinou que nunca estabeleceria um segundo plano de salvação para salvar aqueles que tivessem rejeitado a única e primeira, depois de tê-la experimentado.

Confraternização 10/2016

Teremos um dia de lazer com as famílias, descanso, diversão e um churrasco maravilhoso.
Não haverá cobrança de taxa. Cada família leva um combo.
Entre em contato com os organizadores pelo telefone (61) 9 8436-2393

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