Suba a montanha

A mensagem de hoje é dedicada especialmente aos jovens. O texto bíblico encontra-se no livro de Josué 14:12 e 13: “Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia; pois naquele dia ouviste que lá estavam os enaquins e grandes e fortes …

A mensagem de hoje é dedicada especialmente aos jovens. O texto bíblico encontra-se no livro de Josué 14:12 e 13: “Agora, pois, dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia; pois naquele dia ouviste que lá estavam os enaquins e grandes e fortes cidades: Ó Senhor, porventura, será comigo, para os desapossar, como prometeu. Josué o abençoou, e deu a Calebe, filho de Jefoné, Hebrom em herança.”

O personagem central deste texto é Calebe. Vejamos um pouco a história bíblica para saber quem é Calebe. O nome dele está relacionado com outro grande líder do povo de Deus, chamado Josué. Josué e Calebe eram jovens ainda quando Moisés e o povo de Israel chegaram ao limite da terra prometida. O povo de Deus tinha sonhado e sonhado com a terra da liberdade. Agora, finalmente, chegaram à fronteira, era só entrar e conquistar a terra. Mas, por inspiração divina, Moisés escolheu doze jovens e os mandou para espiar a terra. Dois deles eram Josué e Calebe. Os espiões viram uma terra maravilhosa e extraordinária que manava leite, mel e produzia frutos enormes. Era a terra dos sonhos, a terra que eles tinham esperado e que agora tinham alcançado.


Apesar disto, dez espiões chegaram tristes e derrotados, com um relatório pessimista. Veja o que diz o texto bíblico em Números 13:32 e 33: “E, diante dos filhos de Israel, infamaram a terra, que haviam espiado, dizendo: A terra, pelo meio da qual passamos a espiar, é terra que devora os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura. Também vimos ali gigantes (os filhos de Enaque são descendentes de gigantes), e éramos aos nossos próprios olhos como gafanhotos, e assim também o éramos aos seus olhos.

Cartilha do Obreiro

Índice
01) Quem pode ser um Obreiro
02) Definição de obreiro…

img4Índice
01)   Quem pode ser um Obreiro
02)   Definição de obreiro
03)   Obrigação do Obreiro na Igreja
04)   Obrigação do Obreiro em Casa e na Sociedade
05)   Doutrina
06)   Disciplina de um Obreiro
07)   Uniformização para o Obreiro
08)   Promoção de Cargos
09)   Jejum e Oração
01)                      Quem pode ser obreiro (a)?
Pode ser obreiro o membro da igreja com mais de 2 dois anos de convertido e que tenha o desejo em seu coração de servir à obra de Deus.
02)                      Definição de Obreiro:
Aquele que serve.O obreiro tem a finalidade de servir no reino de Deus. Nas igrejas é o auxiliar do pastor, é visto como uma autoridade espiritual e eclesiástica.
03)                      Obrigação do Obreiro na Igreja:
Chegar 30 minutos antes de cada culto;
Verificar os bebedouros de água se há copos ou não;
Manter a organização dos bancos e das cadeiras dentro do templo;
Colocar os cones no estacionamento;
Recepcionar todas as pessoas, sempre com o sorriso no rosto;
Formar a fila de oração no final do culto;
Ser autoridade máxima nas instalações da igreja;
Interceder em oração no momento das ministrações da palavra, louvor, testemunhos;
Estar de prontidão nos corredores da igreja sempre em oração;
Estar atento à pregação e aos avisos nos cultos;
Estar disposto a ajudar em qualquer área na igreja, desde a faxina até a abertura de cultos.
04)                      Obrigação do Obreiro em Casa e na Sociedade
O obreiro deve se portar de maneira educada com os filhos, esposa. Se for solteiro, deve ser obediente e honrar aos pais no Senhor;
Deve manter-se afastado das dívidas e dos escândalos;
Deve manter o nome limpo, sem nenhuma restrição nos órgãos de proteção de crédito;
Deve exercer as obrigações civis e eleitorais;
Deve ser exemplo tanto na família quanto na sociedade.
05)                      Doutrina
O obreiro deve manter-se em traje descente;
Proibido ficar sem camisa na rua;
Usar bermudas a cima dos joelhos;
Uso de jóias exageradas, cordão muito grosso, anéis em excesso, maquiagens pesadas;
A obreira não deve usar shorts, mini saias, blusas decotadas, esmaltes pesados.
06)                      Disciplina de um Obreiro
O obreiro será disciplinado quando visto por duas ou mais testemunhas, ou se confessar os seus pecados;
Ao ser disciplinado, o obreiro automaticamente fica desobrigado de suas funções eclesiásticas;
O período de prova varia de acordo com o tipo de pecado cometido, sendo analisado pela diretoria geral do ministério, sendo tempo mínimo de 6 seis meses.
07)                      Uniformização para o Obreiro
O obreiro (homem) Camisa branca, gravata preta e calça preta.
A Obreira: Blusa branca e saia preta.
Deve se usar em todo culto oficial da igreja por todos os Obreiros (as); ( Santa Ceia, Mesas das Frutas e Batismos)
Nos demais cultos, somente se estiver na escala.
08)                      Promoção de cargo
O próximo cargo a ser almejado pelo obreiro é o de diácono, ou seja, o obreiro é um diácono em experiência. Este período é de 1 um ano, a contar da data estipulada pela o ministério.
09)                      Jejum e Oração
O obreiro tem por obrigação ter sua vida no altar de Cristo, mantendo sua vida em consagração e propósitos de oração e jejuns de alimentos.

25 Razões porque sou Dizimista

01 – SOU DIZIMISTA, porque o Dízimo é Santo. Lev. 27.30:32
02 – SOU DIZIMISTA, porque quero ser participante das grandes …

01 – SOU DIZIMISTA, porque o Dízimo é Santo. Lev. 27.30:32
02 – SOU DIZIMISTA, porque quero ser participante das grandes bençãos. Mal. 3.10:12
03 – SOU DIZIMISTA, porque amo a obra de Deus, na face da Terra.Mal. 3.10
04 – SOU DIZIMISTA, porque senão ficarei com dividas a Deus. Lev. 27.13:31
05 – SOU DIZIMISTA, porque Deus é dono de tudo. Salmo 24.1
06 – SOU DIZIMISTA, porque eu mesmo vou goza-lo na casa de Deus. Deut. 14.22:23
07 – SOU DIZIMISTA, porque mais bem aventurado é dar do que receber. Atos 20.35
08 – SOU DIZIMISTA, porque Deus ama que dá com alegria. II Cor. 9.7
09 – SOU DIZIMISTA, porque tudo vem das mãos de Deus  29.14
10 – SOU DIZIMISTA, porque não sou avarento. I Tim. 6.10
11 – SOU DIZIMISTA, porque meu rico tesouro está no céu. Mat. 6.19:21
12 – SOU DIZIMISTA, porque tudo que peço recebo. Mat. 7.7:9
13 – SOU DIZIMISTA, porque obedeço às leis de Deus. Atos 5.29
14 – SOU DIZIMISTA, porque as bênçãos de é que enriquece. Prov. 10.22
15 – SOU DIZIMISTA, porque para cada lei Deus promete recompensa. Salmo 19.7
16 – SOU DIZIMISTA, porque receberei de Deus com a mesma medida. Lucas 6.38
17 – SOU DIZIMISTA, porque os pensamentos de Deus são mais altos. Isa. 55.9
18 – SOU DIZIMISTA, porque Deus me escolheu e me nomeou. João 15.15
19 – SOU DIZIMISTA, porque Deus disse: Fazei prova de Mim. Mal. 3.10
20 – SOU DIZIMISTA, porque minha descendência não vai mendigar o pão. Salmo 37.25
21 – SOU DIZIMISTA, porque meu salário não será posto em saco furado. Ageu 1.6
22 – SOU DIZIMISTA, porque é minha responsabilidade o sustento da igreja. Mal. 3.8
23 – SOU DIZIMISTA, porque quero ter a consciência tranquila. I Tim. 1.19
24 – SOU DIZIMISTA, porque tudo o que o homem plantar, isso ceifará. Gálatas 5.7
25- SOU DIZIMISTA, porque Deus supre todas as minhas necessidades. Filipenses 4.9

Acusação reflete o sentimento

Tornou-se comum evangélicos acusarem de falta de amor outros evangélicos que tomam posicionamentos firmes em questões éticas, doutrinárias e práticas. A discussão, o confronto e a exposição das posições de outros são consideradas como falta de amor…

Tornou-se comum evangélicos acusarem de falta de amor outros evangélicos que tomam posicionamentos firmes em questões éticas, doutrinárias e práticas. A discussão, o confronto e a exposição das posições de outros são consideradas como falta de amor.

Essa acusação reflete o sentimento pluralista e relativista que permeia a mentalidade evangélica de hoje e que considera todo confronto teológico como ofensivo. Nossa época perdeu a virilidade teológica. Vivemos dias de frouxidão, onde proliferam os que tremem em frêmito diante de uma peleja teológica de maior monta, e saem gritando histéricos, “linchamento, linchamento”!

Pergunto-me se a Reforma protestante teria acontecido se Lutero e os demais companheiros pensassem dessa forma.

É possível que no calor de uma argumentação, durante um debate, saiam palavras ou frases que poderiam ter sido ditas ou escritas de uma outra forma. Aprendi com meu mentor espiritual, Pr. Francisco Leonardo Schalkwijk, que a sabedoria reside em conhecer “o tempo e o modo” de dizer as coisas (Eclesiastes 8.5). Todos nós já experimentamos a frustração de descobrir que nem sempre conseguimos dizer as coisas da melhor maneira.

Todavia, não posso aceitar que seja falta de amor confrontar irmãos que entendemos não estarem andando na verdade, assim como Paulo confrontou Pedro, quando este deixou de andar de acordo com a verdade do Evangelho (Gálatas 2:11). Muitos vão dizer que essa atitude é arrogante e que ninguém é dono da verdade. Outros, contudo, entenderão que faz parte do chamamento bíblico examinar todas as coisas, reter o que é bom e rejeitar o que for falso, errado e injusto.

Considerar como falta de amor o discordar dos erros de alguém é desconhecer a natureza do amor bíblico. Amor e verdade andam juntos. Oséias reclamou que não havia nem amor nem verdade nos habitantes da terra em sua época (Oséias 4.1). Paulo pediu que os efésios seguissem a verdade em amor (Efésios 4.15) e aos tessalonicenses denunciou os que não recebiam o amor da verdade para serem salvos (2Tessalonicenses 2.10). Pedro afirma que a obediência à verdade purifica a alma e leva ao amor não fingido (1Pedro 1.22). João deseja que a verdade e o amor do Pai estejam com seus leitores (2João 3). Querer que a verdade predomine e lutar por isso não pode ser confundido com falta de amor para com os que ensinam o erro.

Apelar para o amor sempre encontra eco no coração dos evangélicos, mas falar de amor não é garantia de espiritualidade e de verdade. Tem quem se gabe de amar e que não leva uma vida reta diante de Deus. O profeta Ezequiel enfrentou um grupo desses. “… com a boca, professam muito amor, mas o coração só ambiciona lucro” (Ezequiel 33.31). O que ocorre é que às vezes a ênfase ao amor é simplesmente uma capa para acobertar uma conduta imoral ou irregular diante de Deus. Paulo criticou isso nos crentes de Corinto, que se gabavam de ser uma igreja espiritual, amorosa, ao mesmo tempo em que toleravam imoralidades em seu meio. “… contudo, andais vós ensoberbecidos e não chegastes a lamentar, para que fosse tirado do vosso meio quem tamanho ultraje praticou? Não é boa a vossa jactância…” (1Co 5.2,6). Tratava-se de um jovem “incluído” que dormia com sua madrasta. O discurso das igrejas que hoje toleram todo tipo de conduta irregular em seus membros é exatamente esse, de que são igrejas amorosas, que não condenam nem excluem ninguém.

Ninguém na Bíblia falou mais de amor do que o apóstolo João, conhecido por esse motivo como o “apóstolo do amor” (a figura ao lado é uma representação antiquíssima de João) Ele disse que amava os crentes “na verdade” (2João 1; 3João 1), isto é, porque eles andavam na verdade. “Verdade” nas cartas de João tem um componente teológico e doutrinário. É o Evangelho em sua plenitude. João ama seus leitores porque eles, junto com o apóstolo, conhecem a verdade e andam nela. A verdade é a base do verdadeiro amor cristão. Nós amamos os irmãos porque professamos a mesma verdade sobre Deus e Cristo. Todavia, eis o que o apóstolo do amor proferiu contra mestres e líderes evangélicos que haviam se desviado do caminho da verdade:

– “Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos” (1Jo 2.19).

– “Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o Filho” (1Jo 2.22).

– “Aquele que pratica o pecado procede do diabo” (1Jo 3.8).

– “Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo” (1Jo 3.10).

– “todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo” (1Jo 4.3).

– “… muitos enganadores têm saído pelo mundo fora, os quais não confessam Jesus Cristo vindo em carne; assim é o enganador e o anticristo… Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus… Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más” (2Jo 7-1).

Poderíamos acusar João de falta de amor pela firmeza com que ele resiste ao erro teológico?
O amor que é cobrado pelos evangélicos sentimentalistas acaba se tornando a postura de quem não tem convicções. O amor bíblico disciplina, corrige, repreende, diz a verdade. E quando se vê diante do erro seguido de arrependimento e da contrição, perdoa, esquece, tolera, suporta. O Senhor Jesus, ao perdoar a mulher adúltera, acrescentou “vai e não peques mais”. O amor perdoa, mas cobra retidão. O Senhor pediu ao Pai que perdoasse seus algozes, que não sabiam o que faziam; todavia, durante a semana que antecedeu seu martírio não deixou de censurá-los, chamando-os de hipócritas, raça de víboras e filhos do inferno. Essa separação entre amor e verdade feita por alguns evangélicos torna o amor num mero sentimentalismo vazio.

O amor, segundo Paulo, “é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (1Coríntios 13.4-7). Percebe-se que Paulo não está falando de um sentimento geral de inclusão e tolerância, mas de uma atitude decisiva em favor da verdade, do bem e da retidão. Não é de admirar que o autor desse “hino ao amor” pronunciou um anátema aos que pregam outro Evangelho (Gálatas 1). Destaco da descrição de Paulo a frase “O amor regozija-se com a verdade” (1Coríntios 13.6b). A idéia de “aprovar” está presente na frase. O amor aprova alegremente a verdade. Ele se regozija quando a verdade de Deus triunfa, quando Cristo está sendo glorificado e a igreja edificada.

Portanto, o amor cobrado pelos que se ofendem com a defesa da fé, a exposição do erro e o confronto da inverdade não é o amor bíblico. Falta de amor para com as pessoas seria deixar que elas continuassem a ser enganadas sem ao menos tentar mostrar o outro lado da questão.

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